
PORQUE É PRECISO MUDAR?
O País atravessa um período dificílimo. E só um PSD renovado, íntegro, dinâmico e jovem terá a capacidade de apresentar novos caminhos sociais, comunitários e de desenvolvimento económico para mudarmos o País.
O momento, não sendo aquele que normalmente se esperaria que fosse, é-o, no entanto, pela urgência de inverter o declínio em que nos encontranos no PSD, por afastamento das Pessoas a quem devemos servir – os Portugueses.
Não podemos esperar mais. Não podemos esperar que hajam derrotas expressivas para de seguida nos tentarmos erguer. O distanciamento do eleitorado que se verifica é anunciador de algo que não queremos. De algo de onde poderemos nunca vir a recuperar. O PSD não merece. É o Maior partido político nacional e os Portugueses contam connosco.
A mudança que podemos imprimir ao PSD ainda vem a tempo de inverter este declínio e fazer com que haja uma nova esperança para Portugal, com a vitória de um renovado e rejuvenescido PSD. Os Portugueses anseiam por ela.
Há a necessidade de mudar o Partido e de mudar o Pais.
PORQUE É URGENTE MUDAR O PARTIDO
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Afastamento dos militantes dos processos decisórios do partido;
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Crescente alheamento dos militantes face ao crescente domínio dos grupos de interesses;
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Desmotivação dos militantes que leva a que não defendam publicamente as ideias e as propostas do PSD;
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Necessidade urgente de renovação dos protagonistas e da forma de envolver os militantes;
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Necessidade urgente de reposicionar o PSD como partido dos trabalhadores, dos reformados e daqueles que necessitam de apoio social ao mesmo tempo que repudia o centralismo do estado. Primado do Homem em vez do Primado do Estado.
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Ausência do Presidente do Partido da cena política nacional e local;
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Falta de alternativas que promovam uma verdadeira mudança, sem donos e sem comprometimentos.
PORQUE É URGENTE MUDAR O PAÍS
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A existência de milhões de Portugueses que vivem em situações de indignidade, originado na falta de rendimentos seja do trabalho seja das pensões/reformas.
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Esta indignidade leva a que as pessoas não possam ser verdadeiramente livres pois estão sempre dependentes da bondade do Estado e das instituições e não possuem capacidade para ascender socialmente;
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A completa ausência de respostas práticas em áreas tão sensíveis como a Habitação;
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A necessidade de reduzir a corrupção a patamares mínimos de forma a não desperdiçar os activos que são de todos e que podem ser investidos na ascensão social dos Portugueses e na canalização eficiente e correcta dos recursos;
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O futuro económico de Portugal está apenas alicerçado no turismo, não tendo havido nos últimos anos investimentos que originem actividades produtivas e que possam ser vendidos ao exterior, deixando o País vulnerável e completamente entregue a factores externos;
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A degradação do interior é uma vergonha e a sua reocupação e utilização deve ser um desígnio nacional, criando-se motivos de atractibilidade e desenvolvimento;
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O aumento da confiança na classe política é fundamental para que haja um envolvimento social dos Portugueses mas também para captação de investimento e desenvolvimento de negócios;
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A completa desadequação da postura e da mensagem do PSD à realidade política e social, levando a que hoje seja um partido em que as pessoas não confiam como alternativa ao Partido Socialista.